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Pesquisa do Ibope mostra taxa de aprovação do governo Dilma caindo de 43% para 39%

Sábado, 22 de fevereiro de 2014

A taxa de aprovação ao governo Dilma Rousseff caiu de 43% para 39% desde o início de dezembro, segundo pesquisa Ibope/Estadão feita entre os dias 13 e 17 deste mês. Após a onda de protestos de junho, o porcentual dos que consideram o governo ótimo ou bom caiu de 55% para 31% (julho), subiu para 38% (agosto), oscilou entre 37% e 39% (setembro a novembro), voltou a subir para 43% (dezembro) e agora baixou quatro pontos porcentuais.

O governo tem taxas mais baixas de aprovação entre o eleitorado com menos de 24 anos (35%), escolaridade superior (26%) e renda superior a cinco salários mínimos (34%). Em termos regionais, sua pior avaliação se concentra no Sudeste (33% de ótimo e bom) e no Norte/Centro Oeste (32%).


A aprovação é maior nos segmentos com mais de 55 anos (45%), escolaridade até a quarta série (50%) e renda de até um salário mínimo (49%). No Nordeste, a taxa chega a 51%.

O levantamento revelou ainda que 58% da população é a favor da realização da Copa do Mundo no Brasil. Outros 38% são contra. Para 43%, o evento trará mais benefícios que prejuízos para o País, e 40% acham o contrário.

O levantamento do Ibope foi feito em 141 municípios. Foram ouvidos 2.002 eleitores.
Como a margem de erro é de dois pontos porcentuais, a aprovação ao governo pode estar entre 37% e 41%. No levantamento anterior, de dezembro, poderia se situar entre 41% e 45%. A chance de a taxa ter sido de 41% na pesquisa anterior e na atual, porém, é de apenas 0,12%, segundo cálculos do Estadão Dados - por isso, pode-se afirmar com segurança que houve queda na avaliação positiva.



Fonte: G1

Roberto Jefferson diz que se entregará quando for comunicado de prisão

Sábado, 22 de fevereiro de 2014
O ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), delator do esquema do mensalão, disse na madrugada deste sábado (22) que vai se entregar assim que for notificado oficialmente sobre a prisão determinada pelo presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa. Jefferson deve cumprir pena no regime semiaberto em um presídio do Rio de Janeiro. Ele teve o pedido de prisão domiciliar negado pelo Supremo.
Jefferson está em sua casa em Levy Gasparian, no Rio de Janeiro, ao lado dos filhos. Minutos após a chegada de cinco policiais federais do Rio, Jefferson apareceu na sacada da casa à 0h20 e conversou com a imprensa. Ele disse que vai descansar com a família, mas que se entregará assim que chegar o mandado expedido pelo STF. A expectativa de Jefferson é que o documento seja apresentado na manhã deste sábado.
Mais cedo, o advogado Marcos Pedreira Pinheiro de Lemos, que defende o ex-deputado, já havia afirmado que seu cliente iria se entregar. 
Delator do esquema do mensalão, Jefferson pediu ao Supremo para cumprir a pena imposta no julgamento em casa, mas teve o pedido negado. Condenado a 7 anos e 14 dias de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, ele alegou que precisa de cuidados médicos especiais porque ainda está em tratamento contra um câncer no pâncreas.
O ex-parlamentar passou por cirurgia em julho de 2012 para retirada de um tumor. Em dois anos, perdeu 20 quilos, conforme os médicos que o atenderam. Atualmente, ele faz tratamento com injeções e realização de exames, segundo sua assessoria.
Fonte: G1

TSE aprova a criação de mais dois partidos políticos no Brasil, que agora são 32

Quarta-feira, 25 de setembro de 2013

O TSE aprovou a criação de mais dois partidos no Brasil, o que abre a temporada de troca-troca de políticos entre as legendas com vistas às eleições de 2014. Por uma margem apertada, 4 votos a 3, o tribunal aprovou a criação do Solidariedade. Por 5 a 2, aprovou também o PROS (Partido Republicano da Ordem Social). 

As duas siglas são, respectivamente, a 31ª e a 32ª do país. Na votação no TSE, o relator, ministro Henrique Neves, argumentou que pela Lei dos Partidos Políticos o prazo para o questionamento relativo a eventuais fraudes na coleta de assinaturas já havia expirado, o que não impede a promoção de eventuais investigações penais sobre o assunto.

Fonte: montesclaros.com

Após escapar da cassação, deputado preso pedirá redução da pena

Segundo o jornal “Folha de São Paulo” de hoje, “após escapar da cassação na última quarta-feira, o deputado federal afastado Natan Donadon tentará também se livrar da cela individual que ocupa no complexo penitenciário da Papuda desde o dia 28 de junho”. 

Segundo o jornal, um de seus advogados, Nabor Bulhões, “prepara um processo de revisão criminal no Supremo Tribunal Federal com o objetivo de diminuir substancialmente a pena de Donadon, que foi condenado pelo STF a mais de 13 anos de prisão por desvio de recursos da Assembleia Legislativa de Rondônia”. "Temos grandes chances de na revisão criminal diminuir a sua pena", afirmou Bulhões. 

A reportagem diz que “o objetivo do advogado é conseguir na revisão criminal uma redução da pena que possibilite a passagem do deputado do regime fechado de prisão para o semiaberto, em que o condenado pode passar parte do dia fora da cadeia trabalhando”. De acordo com a legislação brasileira, condenados a penas inferiores a 8 anos de prisão têm direito ao regime semiaberto.

Deputado condenado a 13 anos de cadeia quer manter salário de 26,7 mil reais

A defesa de Natan Donadon, deputado que está preso e escapou da perda do mandato após votação secreta no plenário da Câmara, disse que vai reforçar em ação no Supremo Tribunal Federal a contestação da suspensão do pagamento do salário do parlamentar, que é de R$ 26,7 mil. 

Donadon, expulso do PMDB, está preso há dois meses no presídio da Papuda, em Brasília, em decorrência de condenação em definitivo feita pelo Supremo a 13 anos e 4 meses de prisão, por desvio de dinheiro público e formação de quadrilha. Mesmo Donadon tendo escapado de perder o mandato, o presidente da Câmara, Henrique Alves, decidiu afastá-lo do cargo. 

Apesar disso, o deputado afastado quer manter seus familiares no apartamento funcional, o salário, a cota de gabinete e o serviço médico. O advogado de Donadon alega que ele tem direito a tudo porque ainda é parlamentar e recorreu ao Supremo Tribunal Federal.


Fonte: montesclaros.com

Partidos vão ao Supremo anular a sessão da Câmara que manteve deputado

O PSDB e o PPS protocolaram mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal pedindo a anulação da sessão da Câmara que livrou o deputado preso Natan Donadon, de Rondônia, da cassação do mandato. 

Faltaram 24 votos para a perda do mandato e o deputado acabou afastado por decisão do presidente da Câmara, Henrique Alves, que convocou o seu suplente. Na ação, os dois partidos alegam que a condenação de Donadon no Supremo a 13 anos de prisão por formação de quadrilha e peculato já pressupõe a perda de mandato, sem a necessidade de votação de deputados. 

Donadon foi o primeiro deputado em exercício a ser preso por determinação do Supremo desde a Constituição de 1988. Ontem, o presidente da Câmara disse que colocará em votação proposta que acaba como voto secreto para esse tipo de decisão. No Senado, a articulação é para uma regra que torne automática a perda de mandato em caso de condenação criminal. O fim do segredo em processos de cassação já foi aprovado pelo Senado e tramita na Câmara.

Fonte: montesclaros.com

Condenado pelo Supremo a 13 anos de prisão, por peculato e formação de quadrilha, deputado conserva o mandato em votação secreta na Câmara

Em votação secreta, a Câmara rejeitou a cassação do mandato do deputado federal Natan Donadon, de Rondônia. O deputado está preso desde o dia 28 de junho no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde cumpre pena de 13 anos devido à condenação por peculato e formação de quadrilha pelo Supremo Tribunal Federal. 

Na sessão, 233 deputados votaram a favor do parecer aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça, favorável à cassação. O número foi insuficiente para a perda do mandato, que exige ao menos 257 votos. Outros 131 deputados votaram pela manutenção do mandato de Donadon e 41 se abstiveram. 

Contudo, após a votação, o presidente da Câmara, Henrique Alves, afirmou que o deputado será afastado por causa da condenação pelo STF e convocou o suplente imediato, o ex-ministro da Previdência e ex-senador Amir Lando.Segundo a Mesa Diretora da Câmara, com a rejeição da cassação, Donadon manterá o status de parlamentar, mas o mandato ficará suspenso enquanto ele estiver preso.

Fonte: montesclaros.com

Projeto de lei visa punição para prefeitos e governadores que não investem em educação

Prefeitos e governadores que não investem o suficiente em educação estão mais próximos de serem punidos. Até novembro deve ser votado numa comissão especial da Câmara dos Deputados o projeto que cria a Lei de Responsabilidade Educacional (LRE), que deve prever que os chefes dos Executivos que não usarem bem os recursos destinados à educação não possam concorrer à reeleição.
O relator da comissão, deputado Raul Henry (PMDB-PE), deve colocar no texto uma novidade: nenhum governante poderá concluir o mandato deixando seu município com indicadores educacionais piores do que quando assumiu o cargo.

A Comissão Especial da Lei de Responsabilidade Educacional vai promover mais duas audiências sobre o assunto e depois votará o texto, que seguirá, em seguida, para o plenário da Casa. A comissão, na verdade, analisa o projeto da LRE (PL 7420-06, proposto em 2006 pela ex-deputada Raquel Teixeira) em conjunto com mais 14 outros projetos de lei que tratam da penalização de gestores que não obedecem a destinação de projetos educacionais. Depois de diversas audiências públicas com especialistas em educação, o relator Raul Henry escreveu recentemente um projeto substitutivo que colocará em votação na comissão, reunindo as propostas sobre o tema e também algumas inovações que não estavam nos 15 projetos. Mas o assunto ainda é fruto de polêmica entre muitos especialistas em educação.
A ideia da LRE é estabelecer um mecanismo parecido com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), criada com o objetivo de impor um controle de gastos a estados e municípios.

O texto que o deputado Raul Henry colocará em debate prevê cinco pontos principais.
Os governantes que ao final dos mandatos deixarem a cidade ou estado com Ideb (índice oficial que mede a qualidade do ensino básico) menor do que o resultado obtido pelo antecessor ficarão inelegíveis por quatro anos. Esse mecanismo será usado até que sejam atingidas as metas de qualidade pactuadas no Plano Nacional de Educação.



Fonte: Globo.com

Pesquisa Ibope aponta aprovação de 38% do governo Dilma, diz jornal

A aprovação do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) alcançou 38%, segundo pesquisa Ibope realizada em parceria com "O Estado de S. Paulo" e concluída na segunda-feira (19), segundo informou nesta sexta-feira (23) o site do jornal.
O percentual de 38% corresponde ao dos entrevistados que consideram o governo "ótimo/bom". Antes, a aprovação do governo estava em 31%, de acordo com uma pesquisa do instituto divulgada em 25 de julho.
De acordo com o site, o percentual de entrevistados que avaliam o governo como "ruim" ou "péssimo" caiu de 31% para 24% e o percentual de "regular" permaneceu em 37% – 1% não souberam ou não quiseram responder.
Segundo o site do jornal, a recuperação da aprovação do governo Dilma foi registrada principalmente nos estados do Sul, onde a taxa de aprovação cresceu 12 pontos, e no Sudeste, onde o aumento foi de 11 pontos.
A pesquisa entrevistou 2.002 pessoas entre os dias 15 e 19 de agosto, em 143 municípios de todas as regiões. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Fonte: G1

Câmara banca viagens de deputados federais para a praia - diz jornal de BH

Reportagem de hoje, segundo o jornal “O Tempo”, de Belo Horizonte, “alguns parlamentares viajaram para o litoral brasileiro, em janeiro deste ano, com passagens custeadas pela Câmara, por meio da verba indenizatória”. Levantamento do jornal com os 53 deputados federais de Minas aponta que “a Câmara gastou R$ 17 mil com passagens de 7 parlamentares que embarcaram ou desembarcaram em cidades litorâneas durante o mês de janeiro”. Segundo o jornal, “quem mais abusou dos gastos com as passagens foi o líder da bancada mineira na Câmara, Fábio Ramalho (PV)”. “Foram quase R$ 8.500 em 11 trechos, entre os dias 7 e 25 de janeiro. Além de custear as próprias passagens, o verde levou consigo 3 assessores para alguns dos destinos. Ele esteve em Recife, Aracaju, Porto Seguro, Salvador e Rio de Janeiro neste período” – diz a reportagem. O deputado confirma as viagens, mas rechaça a hipótese de ter viajado para gozar férias. “Usei as passagens para conversar com pessoas do partido e também para articular sobre a agenda ambiental”, afirmou Fábio Ramalho.

Fonte: montesclaros.com

Dilma perde 28 pontos e cai para 30%, diz Ibope; Marina tem 22%

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta (18) pelo site do jornal "O Estado de S. Paulo" indica que a presidente Dilma Rousseff perdeu 28 pontos desde o último levantamento do instituto, em março, e teria hoje 30% das intenções de voto na disputa pela reeleição.
No cenário simulado pelo Ibope, Marina Silva (sem partido), teria 22%; Aécio Neves (PSDB), 13%; e Eduardo Campos (PSB), 5%.
Pelo calendário eleitoral, as candidaturas a presidente terão de ser oficializadas pelos partidos até 5 de julho de 2014. O primeiro turno da eleição está marcado para 5 de outubro do próximo ano.
De acordo com o Ibope, a eventual candidatura pelo PT do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria mais intenções de voto que a de Dilma Rousseff, se fosse hoje a eleição. Contra os mesmos adversários, ele teria 41% das intenções de voto. Mariana, Aécio e Campos teriam 18%, 12% e 3%, respectivamente.
A pesquisa foi realizada entre os últimos dias 11 e 14 e tem margem de erro de dois pontos percentuais (isso quer dizer que Lula, por exemplo, pode ter entre 38% e 42% das intenções de voto). Foram entrevistadas 2.002 pessoas com 16 anos ou mais em 140 municípios de todas as regiões.
Em uma simulação que inclui como eventual candidato o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, Dilma teria 29%. Marina somaria 21%, Aécio, 12% e Eduardo Campos, 5%. Barbosa teria 6%.
No mesmo cenário, com Lula como candidato do PT em vez de Dilma, o ex-presidente acumularia 39%, Marina Silva, 19%, Aécio Neves, 12%, e Eduardo Campos, 3%. Barbosa continuaria com os mesmos 6%.
Na parte da pesquisa em que os eleitores respondem espontaneamente (sem que o pesquisador apresente uma lista de possíveis candidatos), Dilma teria 16% das intenções de voto; Lula, 12%; Aécio, 5%; Marina, 4%; Joaquim Barbosa, 3%; José Serra (PSDB), 3%; Eduardo Campos, 1%; e Geraldo Alckmin (PSDB), 1%. Na pesquisa feita em março pelo Ibope, Dilma tinha 35% das intenções de voto espontâneas.
Fonte: G1

Reforma política não valerá para eleições de 2014, diz Vaccarezza

O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), presidente do grupo de trabalho formado na Câmara para propor a reforma política, afirmou nesta quarta-feira (17) que as propostas que forem aprovadas pelo colegiado não valerão para as eleições de 2014. Segundo ele, a reforma política só será aplicada na eleição de 2018.

“Nenhuma decisão desse grupo daqui vai valer para as eleições de 2014. Todas as decisões que aqui tomarmos valerão para 2018. Se vai valer em 2016 nós vamos discutir. Ao discutir um ou dois temas poderemos fazer uma experiência nas eleições municipais e ver se continua [na eleição presidencial]”, disse ao presidir a primeira reunião do grupo de trabalho.

O petista foi oficializado como coordenador do grupo de trabalho, que terá 90 dias para elaborar o projeto que pode mexer nas campanhas, na maneira de votar, na forma de representação e na atuação política dos eleitos dentro do Congresso.
Para Vaccarezza, a reforma teria que ser aprovada "a toque de caixa” para valer no ano que vem. “Estamos discutindo aqui a reforma política que, portanto, não valerá para as eleições de 2014, porque iríamos aprovar a toque de caixa.”
A declaração do petista ocorreu após alguns integrantes do grupo de trabalho discursarem contra a aplicação das regras nas próximas eleições. O deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) argumentou que os parlamentares poderão aprovar “regras casuísticas” se a reforma valer para 2014. “Temos que garantir que as mudanças só vão ocorrer a partir de 2016”, disse o deputado do PV.
Após Vaccarezza anunciar que as sugestões formuladas pelo grupo de trabalho deverão ter validade apenas para 2018, o deputado Sandro Alex (PPS-PR) se queixou da eventual demora para implantar a reforma política. "Tudo bem que não valha para 2014, mas também não precisa ser só para 2018", reclamou.
Fonte: G1

Polícia legislativa detém manifestantes contrários a Feliciano


A polícia legislativa na Câmara dos Deputados deteve quatro jovens nesta quarta-feira (24) que penduraram uma bandeira com as cores do arco-íris, símbolo do movimento LGBT, em uma janela no 15º andar da Câmara. Os jovens foram ao Congresso para participar de manifestações contra o deputado Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.
De acordo com Jânio Rocha, chefe do policiamento do edifício principal da Câmara, a equipe dele foi acionada por servidores que viram os jovens no momento em que penduravam a bandeira. Os policias então recolheram a bandeira e determinaram que os quatro jovens os seguissem até a sede da polícia legislativa. Os manifestantes prestaram depoimento e já foram liberados.
Pedro Viegas, um dos estudantes que foram detidos, disse que o objetivo dele e dos companheiros era pendurar a bandeira para protestar contra Feliciano. O rapaz também contou que, antes de subir para a sala do 15º andar, eles andaram por outras dependências do Congresso.
A presença do deputado Marco Feliciano na presidência da comissão é contestada devido a posições que ele assumiu publicamente e foram consideradas racistas e homofóbicas por grupos de ativistas sociais. Feliciano nega que seja racista ou homofóbico.
Fonte: G1

Em Brasília, sete garçons do Senado recebem remuneração de até R$ 15 mil

O cafezinho dos senadores tem um custo alto, menos pelo produto servido, mais pelos garçons que servem os parlamentares no plenário e na área contígua. O Senado tem uma equipe de garçons com salários até 20 vezes maiores do que o piso da categoria em Brasília. Para servir os senadores, sete garçons recebem remuneração entre R$ 7,3 mil e R$ 14,6 mil — três deles atuam exclusivamente no plenário, e quatro ficam no cafezinho aos fundos, onde circulam parlamentares, assessores e jornalistas. O grupo ocupa cargo comissionado na Secretaria Geral da Mesa com título de assistente parlamentar. Todos nomeados de uma só vez, num dos atos secretos editados em 2001 pelo então diretor-geral do Senado, Agaciel Maia.

Nestes 12 anos, os garçons (ou assistentes parlamentares) foram promovidos a cargos comissionados superiores ao mencionado no ato secreto: saíram do AP-5, que tem remuneração básica de R$ 3,3 mil, para o AP-4 e até mesmo o AP-2, com vencimentos básicos de R$ 6,7 mil e R$ 8,5 mil, respectivamente. Em março, o maior salário pago foi a José Antonio Paiva Torres, o Zezinho, que serve exclusivamente os senadores no plenário. Ele recebeu R$ 5,2 mil somente em horas extras. A remuneração bruta chegou a R$ 14,6 mil.
Outros dois garçons também têm a obrigação de cuidar do cafezinho dos senadores no plenário. Um deles é Jonson Alves Moreira, que virou notícia na última sexta-feira, quando o jornal O GLOBO mostrou Jonson fazendo as vezes de um dublê de senador, num plenário vazio, a pedido do único orador que fazia uso da palavra naquele momento, João Costa (PPL-TO). Enquanto João Costa falava, Jonson concordava com a cabeça. O salário pago a ele em março foi de R$ 7,3 mil.
Na copa, ficam os outros quatro garçons. Todos eles são amigos de longa data. O grupo assumiu os cargos de uma só vez, em 17 e 18 de outubro de 2001, menos de um mês depois da edição do ato secreto por Agaciel Maia, hoje deputado distrital. Boa parte era vinculada a empresas terceirizadas. A nomeação a um cargo comissionado ocorreu num momento de vazio da gestão do Senado. O ato secreto é de 20 de setembro de 2001, dois dias depois da renúncia do senador Jader Barbalho (PMDB-PA) ao mandato e à presidência do Senado, e no dia em que Ramez Tebet assumiu o comando da Casa.

Fonte: oglobo

Empresas querem mudar a lei que impõe descanso a caminhoneiros

Empresas do agronegócio e grandes transportadores pressionam por alterações na Lei dos Caminhoneiros que ampliou os períodos máximos de direção dos trabalhadores sem descanso. Aprovada no ano passado, a lei impõe restrições ao tempo de direção dos motoristas como forma de aumentar a segurança das estradas. Com a lei, os motoristas passaram a ter direito a 30 minutos de parada a cada 4 horas de direção e um total de 11 horas seguidas de descanso diário. As empresas argumentam que a lei eleva custos ao consumidor e que sua execução é impraticável - argumento não aceito pelo Ministério Público do Trabalho e entidades ligadas à segurança no trânsito. Proposta em discussão no Congresso permite que a jornada passe a ser de 6 horas seguidas com 30 minutos de descanso.

"...Prefeito Ruy Muniz se encontra na China..."

"Até o momento, a prefeitura não confirmou, não negou, nem divulgou se é verdade que o prefeito Ruy Muniz se encontra na China. 

A informação disponível é de que no seu lugar assumiu o vice, José Vicente. 

O prefeito teria viajado ao Oriente na companhia do presidente da Esurb, Leo Andrade. 

A informação circula com insistência há dias, sem que a prefeitura se manifeste".

Caetano responde a feliciano no twitter

O cantor Caetano Veloso resolveu responder, pelo Twitter, às acusações do deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, que teria atribuído o sucesso do músico baiano a um pacto com o diabo. 

A declaração do parlamentar estaria em um vídeo que anda circulando pela internet. Ontem, Caetano publicou em sua página na rede social a mensagem "#Absurdo #ForaFeliciano", seguida do link para a matéria do jornal "O Globo" que trata sobre mais uma polêmica do pastor. Caetano também retuitou mensagens de apoio de vários de seguidores seus.


Também ontem, a reunião da Comissão de Direitos Humanos teve que ser suspensa devido à confusão causada pela presença de manifestantes. Essa é a terceira vez que uma reunião precisa ser interrompida por causa de manifestações.

Fonte: SuperNoticia

Coreia do Norte ameaça destruir o Japão

Em editorial publicado nesta quarta-feira no jornal do Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte, Rodong Sinmun, o governo norte-coreano ameaça transformar o Japão em um "campo de batalha", indicando a realização de ataques às principais cidades - Tóquio, Osaka e Quioto -, se houver eventuais ações por parte das autoridades japonesas.

No texto, o governo norte-coreano menciona a expressão "destruição" do Japão, caso as autoridades japonesas atuem “politicamente” contra a Coreia do Norte. "O Japão está perto do nosso território, portanto não poderá fugir aos nossos ataques", diz o editorial, que cita cinco cidades, nas quais vivem 127 milhões de japoneses. "Todo o território do arquipélago japonês se transformará em um campo de batalha".
 De acordo com o editorial, o poder bélico da Coreia do Norte é incalculável. "O Exército da Coreia do Norte é absolutamente capaz de fazer 'ir pelos ares' as bases militares, não apenas no Japão, mas também em outras áreas da região da Ásia e do Pacífico".
 O texto acrescenta que o atual regime japonês tem optado pelo risco militar, intensificando a política hostil contra a Coreia do Norte em linha com a política dura dos Estados Unidos de reprimir a força das armas. Os movimentos hostis por parte do Japão contra a Coreia do Norte só poderão resultar na sua autodestruição".
Fonte: EM

Tumulto leva Feliciano a suspender novamente sessão de comissão

O deputado Marco Feliciano decidiu nesta quarta (10) suspender novamente uma sessão da Comissão de direitos Humanos da Câmara, da qual é presidente, devido ao tumulto provocado pela presença de manifestantes.

É a terceira vez em que uma reunião da Comissão de Direitos Humanos é interrompida em razão de manifestações.

Feliciano, que rejeitou apelo de líderes para renunciar, é contestado como presidente da comissão devido a declarações consideradas racistas e homofóbicas.

Solidário a servidores, Obama corta seu próprio salário nos EUA


O presidente dos EUA, Barack Obama, pretende devolver aos cofres publicos 5% do seu salário, num gesto de solidariedade com funcionários públicos federais que terão de sair de licença não remunerada por causa de cortes orçamentários que entraram em vigor no mês passado.
A redução voluntária no salário presidencial é retroativa a 1º. de março, quando começou o chamado "sequestro orçamentário", e irá vigorar até o fim de dezembro, segundo uma fonte do governo.
Obama ganha US$ 400 mil por ano, cerca de R$ 800 mil.
Um porta-voz disse que o presidente decidiu abrir mão de 5%, ou US$ 20 mil, porque isso será semelhante aos cortes em órgãos públicos não ligados à defesa.

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