Marcelo Pesseghini, de 13 anos, suspeito de matar os pais, a avó e a tia-avó e depois cometer suicídio, escreveu, em 2011, quando estudava na 6ª série, que não gostava de escrever histórias de aventuras com finais tristes.
A informação está em um caderno escolar do menino. No mesmo texto, encontrado na matéria "técnicas de redação", Marcelo relata ter dificuldades com ortografia e de não gostar de escrever textos muito longos. "Eu gosto de escrever histórias de aventuras, onde eu sou o herói", diz o trecho.
Em um texto , o garoto relata um assalto com reféns em 10 de setembro de 2011, na Vila Brasilândia, mesmo bairro da zona norte onde ele, os pais, a avó e a tia-avó foram encontrados mortos. Na história, os bandidos fazem duas mulheres e uma criança reféns. Todas as vítimas foram libertadas após negociação com policiais da Rota, a tropa de elite da PM, na qual o pai dele, Luís Marcelo Pesseghini, de 40 anos, atuava como sargento.
Fonte: montesclaros.com