Laudos do IML e do Instituto de Criminalística entregues à Polícia Civil apontam que o estudante Marcelo Pesseghini, de 13 anos, matou o pai, o sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini, de 40 anos, se escondeu no banheiro e depois matou a mãe, a cabo PM, Andreia Pesseghini, de 36. Depois, o garoto saiu da casa dos pais, caminhou alguns metros, entrou em outro imóvel no mesmo quintal, matou a avó Benedita Bovo, de 65 anos, e a tia-avó Bernadete Silva, de 55.
As 4 mortes aconteceram entre a 0h20 e a 0h30 do dia 5 de agosto. Segundo a polícia, após matar a família, o estudante foi para a escola, assistiu às aulas, voltou para a casa de carona com o pai de um amigo e se matou. Os corpos foram encontrados no final da tarde do dia 5 de agosto, na casa da família, na Brasilândia (zona norte de São Paulo). Peritos adiantaram que os exames mostram que as vítimas não foram dopadas e que foi achado "cabelo queimado" no cano da pistola, uma suposta prova do suicídio do garoto.
Os peritos concluíram também que Marcelo sofreu uma distensão muscular na mão esquerda quando atirou.
Fonte: montesclaros.com