A Polícia Civil pretende ouvir nos próximos dias os policiais militares que trabalhavam com o casal de PMs Andrea e Luís Pesseghini. O sargento da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e a cabo foram mortas entre a noite do dia 4 e a madrugada do dia 5 deste mês na casa onde moravam, na Zona Norte de São Paulo. O filho do casal, o adolescente Marcelo Pesseghini, de 13 anos, é o principal suspeito de matar os pais, a avó, a tia e em seguida se suicidar. Cada um foi morto com um tiro na cabeça, disparados de uma pistola da PM sob responsabilidade de Andreia.
A delegada Elizabeth Sato, diretora do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), quer interrogar os colegas de trabalho das vitimas para descobrir como era a vida pessoal do casal e conhecer o perfil dos mortos.