A polícia investiga se o estudante Marcelo Pesseghini, de 13 anos, filho dos PMs mortos na chacina, foi armado à escola no dia 5 de agosto para matar a diretora do colégio. A revelação é do jornal “Folha de São Paulo”. Essa suspeita começou a ganhar força após os depoimentos de colegas do garoto, alunos do mesmo colégio, prestados à Polícia Civil.
Segundo o jornal, 3 estudantes disseram que Marcelo tinha criado um grupo, chamado de "Os mercenários", inspirado num game, cujo personagem principal é contratado para matar. Pelas regras do grupo, quem matasse os pais, pessoas ligadas à família e autoridades ganharia mais "energia" ou pontos. Um dos alunos afirmou à polícia que a diretora do colégio estava na lista do grupo.
Ontem, a polícia revelou que, além dos 350 reais, uma muda de roupa e 5 rolos de papel higiênico, Marcelo Pesseghini carregava em sua mochila cartão de aposentadoria em nome da avó Benedita, de 65 anos. Os investigadores acreditam que o garoto planejava sacar dinheiro com o tal cartão.
Fonte: montesclaros.com