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Médica dirá à polícia que remédio não afetou Marcelo Pesseghini, suspeito de chacina em família

A médica do único suspeito de assassinar toda a família e se suicidar na zona Norte de São Paulo, no início deste mês, dirá à Polícia Civil de São Paulo que os remédios tomados por Marcelo Pesseghini, de 13 anos, para combater uma grave doença degenerativa não afetavam o comportamento do estudante ou lhe causavam transtornos psicológicos.
O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) quer saber se o uso contínuo de medicamentos contra fibrose cística pode ter afetado o adolescente e contribuído para os crimes.
A pneumologista Neiva Damaceno acompanhou o tratamento de Marcelo  contra a doença desde a sua infância na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, na região central.
“Os medicamentos que tomava não tinham implicação ou efeito colateral. Os remédios não mudaram seu comportamento ou lhe trouxeram transtornos psicológicos. Essa doença também não comprometia o desenvolvimento neurológico ou mental. Também não há relato de uso de droga, de anormalidade de comportamento”, adiantou a médica o que deverá declarar nesta quinta-feira (22) aos investigadores. 
Mais de 30 pessoas já foram ouvidas pela polícia para tentar esclarecer o caso.
Fonte: G1

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