- O que a polícia do Brasil fez ontem à noite aos jogadores do Arsenal-ARG é imperdoável e incompreensível, não se pode repetir. No entanto, não podemos garantir, de maneira séria e responsável, que isso não voltará a acontecer, porque temos limitações - disse o dirigente à agência estatal de notícias argentina Télam.
A polícia mineira alega que apenas se defendeu das agressões cometidas pelos jogadores do Arsenal após a partida.
Para Meiszner, o ocorrido no estádio Independência é um péssimo exemplo de como os conflitos devem ser tratados dentro de um estádio e na sociedade como um todo.
- O ocorrido ontem no Brasil foi um caso de má aplicação das medidas de segurança, porque o que a polícia local fez foi um ato antinatural para uma sociedade moderna.
A opinião de Meiszner não é a posição formal da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), que ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso. O Atlético-MG, conforme disse o presidente Alexandre Kalil, não se sente responsabilizado por nada e afirmou que o problema foi estritamente entre os jogadores do Arsenal-ARG e os policiais.
Fonte: Ge