"Não tem esse negócio de Libertadores. É futebol, igual em qualquer competição. São times menores. Com os grandes times, isso não acontece mais. Acontece quando vem time menor, achando que pode chegar aqui e a polícia vai ficar só no escudinho. Não vai. A polícia está aqui para defender o árbitro, o delegado, os times. Agora, não pode agredir polícia. O Atlético não tem nada com isso. A polícia vai resolver com quem agrediu", afirmou Kalil.
"Os caras vierem aqui e bateram na nossa polícia, deram um chute nas costas, eu estava do lado vendo. Este tipo de coisa para mostrar que é mais macho. É difícil vir aqui e falar de um episódio que se torna maior que a beleza que foi o jogo. Eles sempre acham uma confusão para quebrar um vestiário, para bater em alguém, e isso não é futebol", declarou.