A figura do MEI foi criada em 2009 para ajudar a formalização pequenos comerciantes e prestadores de serviços que faturam, no máximo, R$ 60 mil por ano – média de R$ 5 mil por mês. Desde que a modalidade entrou em vigor, foram abertas 7,5 milhões de microempresas individuais em 700 tipos de atividades diferentes, de acordo com dados do Portal do Empreendedor. Lojas de roupas e cabeleireiros lideram a lista.
As diaristas, entretanto, estão impedidas de se tornarem MEI, por resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN). A Receita Federal, ao qual o órgão é ligado, não explica a razão, e diz que nunca houve consulta sobre a possibilidade de inclusão da atividade na lista.
Fonte: ÙltimoSegundo